
A capacidade de se conduzir agora tem medida
O Lidere-se
Dois instrumentos proprietários mapeiam nove competências comportamentais e nove dimensões de autoliderança. Cinco encontros individuais trabalham os seus casos reais. No encerramento, a avaliação é reaplicada e a sua evolução aparece em pontos percentuais.
O engajamento da gestão evaporou
Durante décadas, quem assumia gestão relatava mais engajamento que a própria equipe. Essa vantagem praticamente desapareceu, e a queda é a mais acentuada de qualquer categoria profissional.
Segundo o Instituto Gallup - (State of the Global Workplace 2026), 31% dos gestores tinham engajamento em 2022. Já em 2025 esse número caiu para 22%. É nítido que quanto mais aumentam as metas e pressão, maior o grau de burnout e brownout nos profissionais desta camada. A manutenção do emprego requer um olhar para como o mercado ficará e como se preparar para isso.
Segundo o Gartner, 20% das organizações usarão inteligência artificial para achatar a estrutura ao longo de 2026, eliminando mais da metade das posições de média gerência. Não será um movimento repentino e sim cadenciado. Quanto maior a exposição a execução apenas, menores as chances desta camada sobreviver as mudanças.
Segundo a Live Data Technologies, houve uma queda de 6,1% no contingente de gestores em empresas de capital aberto entre 2022 e 2025. Mais um dado que indica o encolhimento do organograma, seja por questões econômicas mundiais ou mesmo pelo avanço da tecnologia em frentes que antes eram executadas por humanos.
O Intituto Gallup, informa que 12,1 reportes diretos por gestor em 2025, contra 8,2 em 2013. A amplitude de controle cresce enquanto a camada encolhe.
Por que isso está acontecendo
A média gerência existia para coordenar, consolidar informação e sintetizar o que acontecia entre áreas. É exatamente o conjunto de tarefas que a automação absorve com mais facilidade.
O McKinsey Global Institute ouviu mais de 18 mil profissionais em 15 países para identificar o que sustenta uma carreira nesse cenário, e chegou a quatro blocos de habilidades. Apenas um é digital. Um dos outros três tem nome próprio: autoliderança.
O que a máquina absorve?
Coordenação e execução - Consolidar status, sintetizar relatórios, distribuir tarefas, checar andamento e reportar para cima. Trabalho valioso, e cada vez mais automatizável.
O que permanece humano?
Direção, julgamento e condução - Definir o que merece existir, formular o problema com precisão, decidir o que serve e fazer acontecer com pessoas. Tudo isso se apoia na capacidade de se conduzir.
Fonte: McKinsey Global Institute, Defining the skills citizens will need in the future world of work
Para quem é o Programa Lidere-se


Liderança com amplitude
Quem viu o time crescer sem estrutura de apoio proporcional e precisa conduzir mais gente com menos suporte.
Recém-promovidos à liderança
Chegaram ao cargo pela excelência técnica e enfrentam um ofício que exige repertório comportamental.
Especialistas técnicos sêniores
Profundos no ofício, com a parte executável do trabalho sendo progressivamente absorvida por sistemas.
Profissionais sem gestor direto
Perderam a camada acima em um achatamento e passaram a operar com autonomia maior que a preparação recebida.
Média gerência
Gerentes, coordenadores e supervisores cuja função nasceu para coordenar e consolidar informação entre áreas.
Alto potencial em preparação
Talentos que a organização quer reter e desenvolver antes da próxima transição de carreira.
Três diagnósticos, três lentes
Cada instrumento produz um relatório individual interpretado, entregue por escrito.
Perfil Comportamental
Estilo de ação, decisão e comunicação sob pressão, na linguagem que o mercado corporativo já domina.
Como você age






Nove competências gerais e gerenciais avaliadas por 45 itens, com pontuação, percentual e classificação por dimensão.
O que o mercado vê em você
Avaliação de Soft Skills
Avaliação de Autoliderança
Nove dimensões em três pilares. Este é o IAL - índice de Autoliderança global que se torna a métrica-âncora da sua evolução ao longo do programa.
Como você se conduz
Etapas
Dois encontros quinzenais para dar tração, três mensais para consolidar.
O ritmo acompanha a curva real de instalação de hábito e concientização da mudança.
Material que continua trabalhando depois da última sessão
Três relatórios individuais
Soft skills, autoliderança e perfil comportamental, com devolutiva completa por escrito e mapa de desenvolvimento.
Cinco sessões individuais
Acompanhamento um a um, com escuta psicanalítica e olhar de quem viveu a liderança corporativa por mais de 30 anos.
Evolução em números
Reavaliação do IAL no encerramento, com a variação documentada em pontos percentuais.
Um exemplar do Livro "Como ser um líder"
Para guiar as ações e expandir conhecimento sobre liderança.
Um exemplar do Livro "Bússola do Invisível"
34 histórias sobre liderança e autoliderança sem ser um manual
Sobre a Idealizadora do Programa
Madilad Almassy
Autora · Executiva ·Psicanalista
Com mais de três décadas de liderança corporativa em governança, risco e área comercial, em empresas nacionais e internacionais. Autora de A Bússola do Invisível e Como Ser um Líder.
Mestre em Recursos Humanos, pós-graduada em Neuroaprendizagem e Psicopedagogia e pós-graduanda em Gestão em Saúde Corporativa pela Faculdade Sírio-Libanês.
Criou o Programa Lidere-se a partir de uma constatação simples: um mercado em transformação constante exige pessoas capazes de conduzir a si mesmas. Os dois diagnósticos centrais do programa são de sua autoria, com registro de obra intelectual na Biblioteca Nacional, e a metodologia se apoia na literatura internacional de autoliderança, com fontes citadas nominalmente.

